Disponível ao público em 2017, a consulta pública nº 343/2017, tinha como objetivo a regulamentação das Boas Práticas de armazenagem, transporte e distribuição de medicamentos.

A lista de Boas Práticas na logística de medicamentos define diversos critérios que precisam ser seguidos como, distribuição, controle de contaminação, expedição, controle de lotes, quarentena, entre outros.

Essas novas exigências requerem medidas que atualmente não estão previstas na legislação e que podem impactar o mercado logístico farmacêutico, pois pedem infraestruturas mais robustas, com lugares pensados adequadamente para a guarda, armazenagem e transporte desses medicamentos, com sistemas de gestão da qualidade e política de qualidade implantada. Além dessa implantação, esse sistema de qualidade deve prever as boas práticas de transporte com controle da qualidade e segurança dos medicamentos e com controle também do processo de devolução desse medicamento, ou seja, a logística reversa.

“O consumidor irá adquirir medicamentos com maior segurança a partir do cumprimento dessa norma pela cadeia logística, garantindo assim melhor qualidade, segurança e eficácia desse medicamento. Por meio desse controle também pode ser coibido e minimizado a falsificação e o desvio por meio de roubo, trazendo assim maior segurança ao consumidor nesse sentido”, afirma Sonja Elena Macedo, do Sindusfarma.

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