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Beleza emocional: Como mensurar as emoções para formulação de cosméticos

Veja como utilizar tecnologias que permitem mensurar as emoções em cosméticos na composição de perfumes personalizados. A tecnologia cosmética permite diversas funcionalidades curiosas, entre elas, mensurar as emoções em cosméticos na composição de perfumes personalizados. Mas definir a emoção corretamente não é uma tarefa simples. Segundo o expert em neurociências, Patrice Bellon, o especialista precisa compreender a fundo o que significa bem-estar. “Sabemos muito bem que o bem-estar também é subjetivo, muito difícil de mensurar, e por isso estamos usando diferentes parâmetros do nosso corpo”, explica. Para entender melhor, imagine que é o nosso corpo que define a expressão facial, a voz, os batimentos cardíacos, entre outros sinais. E cada parâmetro pode ser mensurado para compreendermos a emoção certa durante a aplicação de um creme, por exemplo, ou ao apreciarmos um bom perfume. Essa tecnologia está crescendo cada vez mais, e em diferentes empresas no mundo todo. Na rotina do…

Toxinas: como a indústria pode se favorecer? Casos de química analítica e alimentos funcionais!

DTA é uma sigla para as Doenças Transmitidas por Alimentos. Elas são causadas pela ingestão de alimentos ou de água contaminados por micro-organismos patogênicos, substâncias químicas e também por toxinas, que fazem parte dessa classificação. Segundo o órgão de saúde americano CDC, há mais de 250 tipos de DTA. No Brasil, segundo a Anvisa, o perfil epidemiológico das DTAs não é bem conhecido pela deficiência dos órgãos de vigilância e falta do hábito de ir ao médico ao contrair uma dessas doenças. Mesmo que as toxinas dos micro-organismos causem DTAs, já existem métodos que favorecem as indústrias alimentícias a fim de eliminar esse perigo para a saúde. Quer entender mais sobre o assunto? Continue a leitura! De onde vêm as toxinas? Bactérias e fungos são os principais micro-organismos responsáveis por produzir toxinas e contaminar os alimentos. O problema é muito grande, principalmente porque as toxinas não costumam deixar vestígios como cheiro, cor e sabor,…

Cosméticos sociais: conheça essa iniciativa!

A sociedade valoriza, cada vez mais, as companhias que se dispõem e agem pela transformação socioambiental. As empresas mais atentas veem nesse contexto uma oportunidade de gerar negócios aliados, promovendo mudanças culturais e educacionais. Em um artigo publicado por Mark Kramer e Michel Porter na Harvard Business Review, os autores defendem as ações de responsabilidade social como uma forma superior de capitalismo, pois permitem que a sociedade avance rapidamente e as empresas cresçam mais. O resultado, segundo eles, é um ciclo positivo de prosperidade social e empresarial que torna o lucro sustentável, com criação de valor compartilhado. Felizmente, no mercado da beleza, encontramos uma série de cases positivos de cosméticos sociais que contribuem com a comunidade em diversos requisitos. Vamos conhecê-los? A necessidade de novos modelos de desenvolvimento Estamos na era da transparência e da informação. Em questão de segundos e com apenas alguns toques em um smartphone, as pessoas podem checar…

Medicamentos com lactose: por que repensar esse excipiente

A lactose é amplamente utilizada como excipiente em medicamentos por apresentar propriedades importantes, como baixa reatividade, rápida solubilidade em água e sabor agradável. Contudo, devido ao aumento de casos de pessoas com intolerância a esse açúcar, é necessário pensar em alternativas para substitui-lo na composição dos fármacos? Pessoas que apresentam essa intolerância devem estar atentas à alimentação, escolhendo itens que não apresentam esse tipo de açúcar. Mas e quanto aos medicamentos com lactose? O que é possível fazer? Se você quer acompanhar essa discussão, confira nosso post. Vamos tratar do crescimento dos casos de intolerância à lactose e do projeto de lei que obriga os fabricantes a informar a presença da substância nos medicamentos. Continue a leitura e veja também por que a indústria deve se preparar para oferecer produtos mais adequados para esse nicho de pessoas. Crescimento de casos de intolerância à lactose As intolerâncias ou alergias alimentares têm crescido e…

Farmacogenômica: desafios e oportunidades da área

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) avaliaram alterações causadas nas células do fígado pelo uso da metformina, medicamento utilizado no tratamento do diabetes tipo 2. Para isso, observaram variações no genoma humano que podem ter relação com a resposta do organismo a esse fármaco. O trabalho premiado no The American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics (ASCPT) e publicado na revista PLoS Genetics tem como foco a farmacogenômica — ciência que trabalha na busca de soluções para a variabilidade existente na resposta farmacológica. O objetivo é identificar alterações genéticas que tenham influência na resposta de um paciente a um medicamento. Quer entender melhor como funciona a farmacogenômica, a diferença desse conceito em relação à farmacogenética, além dos desafios e oportunidades no desenvolvimento dessa área? Então confira nosso post! O que é farmacogenômica? O que interfere na resposta a um medicamento? Sabe-se que idade, sobrepeso, tabagismo, uso de outros fármacos, condição de saúde e o…

Pesquisa clínica é importante instrumento do mercado de saúde e farmácia no Brasil

A pesquisa clínica no Brasil ainda está aquém de seu potencial. Segundo o portal Clinical Trails.gov, os estudos brasileiros representam apenas 2,3% dos estudos mundiais. Apesar de ser um nicho bem reduzido dentro da área de saúde, em nível nacional o setor vem se expandindo bastante. “Hoje a pesquisa clínica é responsável pela incorporação de medicações inovadoras, por isso queremos levar às pessoas o conhecimento de como elas podem adentrar nesse mercado, as possibilidades ao longo do tempo e o que vem acontecendo no ambiente regulatório” conta Rodrigo Guimarães, integrante da Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ABRACRO). Atualmente, há cerca de seis mil pesquisas clínicas em desenvolvimento no Brasil, a maior parte delas para criação de novos medicamentos. O país possui vários centros de excelência em especialidades como oncologia, cardiologia, neurologia, oftalmologia, entre outras que reúnem condições ideais para a realização de projetos complexos de pesquisa e…

Já conhece os alimentos nutracêuticos? A gente explica mais neste post!

A indústria da alimentação sofreu grandes transformações com as novas demandas dos consumidores. Pesquisas do Sebrae apontam que 28% dos brasileiros se importam em consumir alimentos nutricionalmente ricos; 22% da população opta por comprar alimentos naturais e sem conservantes. Contudo, por mais que as pessoas tentem manter uma alimentação saudável, nem sempre elas conseguem dar ao organismo o que ele precisa. Com o passar dos anos e por causa de algumas reações como o estresse, por exemplo, deixamos de produzir elementos indispensáveis para o nosso corpo. No Brasil, 15,2 milhões pessoas se declaram vegetarianas, o que aumenta a demanda por suplementos de proteínas e vitaminas, que podem se fazer necessários no início da dieta. Por causa desses e outros fatores, tantas pessoas optam por suplementar a sua dieta com o que chamamos de alimentos nutracêuticos. Quer saber mais sobre o assunto e se inteirar sobre uma das maiores tendências do mercado de alimentação? Confira o…

Entenda a discussão da pesquisa clínica em medicamentos pediátricos

Falta de testes envolvendo crianças levanta debate sobre segurança e eficácia dos medicamentos pediátricos. Crianças de todas as idades, até mesmo bebês, recém-nascidos e prematuros, estão sujeitos a doenças logo no início da vida. Para tratá-las, os médicos têm de recorrer a formulações desenvolvidas para os adultos e que foram testadas apenas entre pessoas dessa faixa etária, com características orgânicas e comportamentais completamente diferentes da infantil. De acordo com João Massud Filho, professor de pós-graduação de medicina farmacêutica, mais de 50% dos medicamentos usados na pediatria nunca foram testados em crianças, o que considera um problema grave. “Esse é um dado muito preocupante, porque criança não é um adulto pequeno. O mesmo peso pode ser de crianças de diferentes idades, portanto de diferentes composições corporais, diferentes metabolismos e, por consequência, diferentes reações”, explicou o professor durante o IV Simpósio FCE-ANF de Inovação Farmacêutica, realizado na FCE Pharma 2019. O tema…