Assunto ganhou destaque na comunidade científica e apresenta novidades para a indústria cosmética.

Em um cenário em que grande parte da população está exposta à luz presente em aparelhos eletrônicos – como tablets e smartphones – está surgindo um debate entre a comunidade científica sobre as metodologias de proteção da pele à luz azul.

Ela é capaz de penetrar tecidos e está associada a alterações celulares, o que pode resultar em danos na pele de diversas pessoas. De acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

Assim, proteção à luz azul tem se tornado uma característica interessante dos produtos, além de estar entre as tendências no mercado para claims de produtos como protetores solar.

Pioneiro no Brasil em avaliação de produtos com atividade de proteção à luz azul (sendo todos os procedimentos livres de uso em animais), a Núcleo Vitro desenvolveu um método para testar e comprovar a eficácia dos cosméticos, a metodologia in vitro de proteção à luz azul.

“A gente desenvolveu uma metodologia apenas utilizando uma cultura de células, sem usar animais, em que a gente consegue medir esse efeito da luz azul nessas células. Agora podemos testar produtos acabados e insumos, e vemos se eles estão realmente protegendo as células da luz azul”, explicou Bibiana Matte, diretora científica da Núcleo Vitro.

Ela explica que essa novidade está sendo muita buscada pelos consumidores, e que já é possível fazer testes da metodologia in vitro em lançamentos de produtos cosméticos e comprovar a sua eficácia.

“Percebemos que as pessoas estão buscando novas ideias, novos segmentos de produtos que podem ser desenvolvidos, tanto na parte de insumos como na parte de produtos acabados”, completou. Assista o vídeo abaixo:

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