A pesquisa clínica no Brasil ainda está aquém de seu potencial. Segundo o portal Clinical Trails.gov, os estudos brasileiros representam apenas 2,3% dos estudos mundiais. Apesar de ser um nicho bem reduzido dentro da área de saúde, em nível nacional o setor vem se expandindo bastante.

“Hoje a pesquisa clínica é responsável pela incorporação de medicações inovadoras, por isso queremos levar às pessoas o conhecimento de como elas podem adentrar nesse mercado, as possibilidades ao longo do tempo e o que vem acontecendo no ambiente regulatório” conta Rodrigo Guimarães, integrante da Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ABRACRO).

Atualmente, há cerca de seis mil pesquisas clínicas em desenvolvimento no Brasil, a maior parte delas para criação de novos medicamentos. O país possui vários centros de excelência em especialidades como oncologia, cardiologia, neurologia, oftalmologia, entre outras que reúnem condições ideais para a realização de projetos complexos de pesquisa e que exigem exames complementares sofisticados e equipamentos de última geração.

Nas pesquisas vigentes, as mais expressivas são focadas em oncologia, doenças raras e reumatologia. As chamadas pesquisas ‘real word’ também são muito frequentes, elas focam na eficácia de um medicamento já existente, por meio de um estudo de acompanhamento, garantindo a qualidade do tratamento e diminuindo riscos à saúde e, possíveis, reações.

Gostou? Assine nossa newsletter e receba dicas de grandes especialistas do mercado!

Talk NMB
Content Team

Escreva um comentário