De acordo com a Anvisa, a Lei 11.903 criou o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM) com o objetivo de acompanhar os medicamentos em toda a cadeia produtiva, desde a fabricação até o consumo pela população.

A rastreabilidade realizada pelo SNCM trará benefícios significativos, que vão desde uma maior segurança de pacientes e de profissionais em relação aos medicamentos utilizados, até um maior controle de produção e de logística, além de facilidades de fluxos e manutenção de padrões regulatórios de conformidade.

O projeto de rastreabilidade de medicamentos ainda está em fase piloto, porém para se adequar a esse novo processo é importante analisar os processos da empresa e ver os desafios que realmente existem em cada departamento, fazendo assim com que a implementação seja mais fácil. Também é de grande importância que a empresa estude sobre os novos processos previamente, evitando a perda de produtividade no momento que inserir essa nova etapa em sua produção.

“Todo o estudo que é feito, no entendimento da rastreabilidade como um todo, e vendo tudo que pode ser modificado para gerar melhorias dentro do processo, ajuda a diminuir essa perda de produtividade. Outra coisa muito importante é esclarecer os mitos e verdades que são ouvidas dentro do processo de rastreabilidade no mercado, entender o que realmente a Anvisa está esperando dos laboratórios e o que é realmente importante que os laboratórios analisem como crucial para a data zero, a data de hoje”, opina Fernando Ribeiro, gerente de contas na SeaVision-Lixis, empresa de rastreabilidade.

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