Executivo da DHL, líder global em logística, fala sobre como será o futuro do setor.

O mercado logístico está a cada dia se reinventando, por isso, as tecnologias digitais são um fator essencial para tornar as cadeias de suprimentos mais ágeis, mais precisas, mais flexíveis e mais economicamente eficientes. Dentro desse cenário, há um grande potencial para a indústria de ciências da vida e cuidados de saúde.

Existe hoje a possibilidade de acelerar, se tornar mais centrado no cliente, se tornar mais ágil, aumentar a conformidade, com as tecnologias digitais certas. E, através de tudo isso, é possível alcançar um sucesso sustentável no longo prazo, porque no final das contas isso envolve não apenas garantir inovação em um laboratório central, mas realmente acelerar a implementação dos negócios.

Thorsten Roggenbuck, gerente global de life sciences e healthcare da DHL, explica como esses processos já acontecem na empresa, que é uma gigante no assunto. “Nós da DHL embarcamos em uma jornada de digitalização acelerada. Então, para nós é importante que, juntamente com nossos clientes, juntamente com nossos parceiros tecnológicos, identifiquemos quais dessas inovações digitais são realmente importantes para as cadeias de suprimentos”.

O executivo também aposta que o futuro da logística será muito mais orientado do que antes. “É claro, ainda é importante que você envie mercadorias de A para B, e que você as armazene adequadamente, mas acredito que aquelas empresas que alavancarem adequadamente todas as novas tecnologias serão bem-sucedidas”, completa.

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